O Sangue que pulsa em minhas veias
é o mesma que se vai na banheira,
é a taça de vinho que está sempre cheia
dos sabores suaves, seu porto meu tinto.
O sentimento que me preenche
ora esvazia o átrio do peito
e transforma em pedra o amor que ainda sinto
ora esquenta o corpo
com a lembrança de um distante voo.
Leve-me, acaso,
ao encontro do meu amado
ou arranca a lembrança que ainda existe dele
no meu passado.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
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